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Acidente* Trabalhista. Fratura em um osso do ombro

Acidente* Trabalhista. Fratura em um osso do ombro

Estudo de Caso – Acidente* Trabalhista (Fratura em um osso do ombro)

 

Ciara, 25 anos, estava trabalhando como limpadora em um hotel em Dublin. O acidente* aconteceu em 5 de Junho de 2017; Ciara foi a um vestiário/sala de troca de roupas para colocar suas roupas de trabalho, como de costume. Não havia muito espaço no local. Cabides com roupas dos empregados e outros itens estavam pendurados nas portas abertas dos armários. Ciara começou a trocar suas roupas para trabalhar. Ela abriu o armário, removeu suas roupas de trabalho, e se ajoelhou para amarrar os cadarços de seus sapatos. Enquanto fazia isso, ela se encostou ligeiramente numa madeira pesada que caiu com um forte impacto sobre ela. Ela somente conseguiu cobrir seu rosto e logo após sentiu uma dor imensa em seu ombro.

 

A Responsabilidade

O bloco de armário não estava afixado na parede. O espaço no vestiário era muito pequeno. A unidade estava colocada sobre 2 peças pequenas de madeira. É possível que as peças de madeira se moveram e, por isso, a unidade caiu. Havia muitos itens pendurados em cada porta dos armários. O colega de Ciara, Siobhan reclamou ao gerente sobre a falta de espaço no vestiário 2 semanas antes do acidente de Ciara. Nada foi feito a respeito.

 

Depois do acidente de Ciara, o armário foi trocado por um novo. Um novo armário feito de metal, não tão pesado, menor, e aparafusado na parede com uma peça de madeira.

 

Danos sofridos

Ciara sentiu uma dor severa em seu ombro imediatamente após o acidente*. Ela estava em choque e não podia respirar. Um colega ouviu um barulho e entrou no vestiário/sala de troca. Ele chamou uma ambulância e Ciara foi levada para o Departamento de Emergência do Hospital Connolly em Dublin. Após as verificações feitas é óbvio que Ciara apresentava uma fratura no osso de seu ombro.

 

Tratamento e efeito

Ciara permaneceu internada no Hospital Connolly em Dublin por alguns dias. Ela estava ferida e com dor. Ela ficou preocupada que, por conta de seu dano* pessoal, ela não seria capaz de trabalhar. Foi dito a Ciara no hospital que ela necessitaria de uma cirurgia, que ocorreria alguns meses mais tarde. Ela compareceu em algumas sessões de fisioterapia e assim, foi capaz de retornar ao trabalho (serviços leves) depois de 8 meses após o acidente*.

 

Ciara ficou fora de serviço em licença médica por 8 meses. Ela não recebeu pagamento do seu empregador durante esse tempo. Ela somente recebeu um benefício por danos seguido por um benefício de doença como um pagamento de bem-estar social. Isso não equivalia ao seu pagamento antes do acidente* e ela teve dificuldades em pagar seu aluguel e outras despesas. Além da perda do salário, Ciara teve despesas significantes com locomoção e tratamento médico.

 

Progresso do Caso

O caso foi apresentado ao Personal Injuries Assessment Board (PIAB). Nós obtivemos um laudo médico de um médico em nome da nossa cliente. Um requerimento foi submetido ao PIAB e Ciara compareceu em uma consulta médica marcada por eles. O Personal Injuries Assessment Board (PIAB) fez uma avaliação a respeito do caso de Ciara que foi rejeitada pela cliente e um processo foi perpetuado logo após isso. O caso foi levado para a Suprema Corte.

 

O Ajuste do Caso

A cliente manteve-nos atualizados no telefone sobre suas condições após o acidente* e os valores das suas despesas médicas. Ciara fez uma cirurgia que foi bem sucedida, e ela não sentiu tanta dor como antes. Nós obtivemos um outro laudo médico do médico que fez a cirurgia dela. Ciara já tinha retornado ao trabalho nesse período. Ela se recuperou bem dos seus ferimentos. Uma tentativa de conciliação foi iniciada em Maio de 2018. O réu fez uma oferta razoável como indenização para cobrir os danos* pessoais de Ciara que incluiam suas perdas e danos (salário), custos médicos e de locomoção. O caso foi encerrado sem a necessidade de um julgamento.